domingo, 7 de junho de 2009

A ÉPOCA VITORIANA

Introdução
O Período histórico inglês (notadamente o governo da Rainha Vitória), denominado Período ou Época Vitoriana, foi de grande efervescência política e intelectual. As datas são demarcadas desta forma: no ano de 1837 teve seu início e no ano de 1901 seu fim.Em certo sentido, este período chega a parecer mais remoto do que o período elisabetano, pois, enquanto os elisabetanos preocupavam-se com problemas que não são diferentes daqueles enfrentados em nossa época, os vitorianos pareciam obcecados com questões exclusivas suas.Havia problemas sociais e políticos que não podiam ser resolvidos por meio de um único ponto de vista partidário. William Cobbett (1762-1835) já havia reivindicado a reforma parlamentar e na Lei da Reforma de 1832, foi feito um grande avanço progressista no sentido da “democratização” da representação parlamentar.Homens do partido Whig como Sydney Smith (1771-1845) exerciam pressão para outras reformas, incluindo a Emancipação Católica, consumada em 1829. A escravidão foi denunciada e abolida em todas as colônias britânicas no ano de 1853.Filósofos ocupavam-se com importantes questões políticas. Thomas Robert Malthus (1766-1834) afirmou que o problema da pobreza só poderia ser resolvido pela limitação artificial da taxa de nascimento. Em sua época ele foi ridicularizado, mas, hoje suas teorias já começam a ser respeitadas.Um grande problema para os escritores da Época Vitoriana surgiu com o desafio que a nova ciência dirigiu à fé cristã. A teoria de Darwin, por exemplo, atingia o Livro do Gênesis. No ano de 1859, “A origem das espécies”, apresentava esta teoria revolucionária.O Materialismo, que negava a existência de tudo que não era matéria, também foi um desafio para a crença ortodoxa.Marx com “O capital”, formulava uma nova concepção da sociedade e distribuição de riquezas e se baseava na “interpretação materialista da história”.A Época Vitoriana tornou-se uma época de cruzados, reformadores e teóricos, já que em termos teve progressos, mas, também teve dúvidas. Havia muita pobreza, injustiça e pouca certeza sobre a fé ou a moral.Com todos os ideais, foi uma época puritana e assuntos como o sexo, eram tabus. Havia uma moralidade convencional, rígida e o caráter sagrado da vida em família, era devida ao exemplo da Rainha Vitória, e sua influência considerável sobre a Literatura e a vida social.Enquanto isto tudo acontecia na sociedade inglesa do século XIX, no isolamento da paróquia de Yorkshire, três irmãs, nenhuma delas destinada a viver por muito tempo, escreviam romances e poemas.Eram elas: Charlotte, Emily e Anne Brönte.
- Características sociais e culturais-
O período vitoriano foi de grandes contrastes. Embora seu desenvolvimento político-econômico estivesse fraco, as colonizações expandiam-se e o país passava por uma euforia de novas tecnologias. Estudiosos da época revelam que a sociedade sofria o medo da modernização, da alta tecnologia e as mudanças radicais que ela acarretava. Foi, portanto, uma época de transição, do novo abrindo espaço e enfrentando a resistência de uma sociedade extremamente tradicional.Era o término de um período crítico – o século XVIII com suas revoluções – portanto, as portas estavam abertas para o novo. Mas o novo também amedrontava.O século XIX viu surgir formas de materialismo e na Inglaterra uma onda de puritanismo estava em vigor e este caráter religioso influenciou, por sua vez, as obras literárias da época ( tudo envolto em discussões religiosas e libido reprimida).As virtudes no século XIX na Inglaterra eram a disciplina, a retidão, a limpeza, o trabalho árduo, a autoconfiança, o patriotismo... além da preocupação com questões de conotação sexual de castidade e fidelidade conjugal. Estas características unidas trazem à época vitoriana um conceito obsessivamente puritano.Numa sociedade que se via com medo diante de novas tendências, os escritores eram vistos como profetas e guias desta sociedade.O estilo literário mais apreciado foi “novels” ( romance), publicada em fascículos. Estes textos em princípio, serviam de entretenimento nos serões de leitura das famílias e deviam prestar-se à valorização da moral.Os editores, embora envergonhados, cuidavam para que nada que ferisse os princípios moralistas e que não pudesse ser lido em voz alta em qualquer serão familiar, fosse publicado.O crítico francês Melchior Vogue argumenta que o realismo na França foi claramente materialista, enquanto o inglês e o russo não viraram as costas para a religião e a moralidade.Diante de um cenário extremamente puritano, a arte dramática do teatro foi praticamente colocada à margem, por se caracterizar como vinculadora das expressões corporais, repletas de sensualidade. A efusividade do comportamento humano era considerada contrária ao puritanismo.
“ Em 1894, H.M. Alden, da Harper’s New Monthly Magazine, a respeito de assegurar a Thomas Hardy que ‘se sentia verdadeiramente envergonhado’ por intervir na publicação, julgou-se obrigado a lembrar a Hardy seu ‘compromisso’ de não publicar ‘nada que não pudesse ser lido em voz alta em qualquer círculo familiar". (Peter GAY. A educação dos sentidos – a experiência burguesa da rainha Vitória a Freud, p.297).
No período vitoriano cultivou-se a dramatização mais atenuada dos textos literários. Esta dramatização foi cultivada com maestria por Charles Dickens. Este grande literato costumava ler seus próprios textos para um público pagante. Esta pratica, cultivada na Rússia por Dostoievski e Turgueniev, arrancava lágrimas e aplausos do público.Esta foi uma forma de domesticar a arte dramática, provocando catarse de sentimentos reprimidos além de disseminar os valores vitorianos.Outro autor que emocionou o público foi William Makepeace Thakeray ao ler romances como “A feira das vaidades”. Curiosamente ao atacar o lado caricaturável da aristocracia, William Makepeace Thakeray era muito apreciado por ela.
“Uma noite, os soluços de um velho que perdera a filha, encheram o teatro onde Dickens lia justamente a descrição da morte da pequena Dorrit. Noutra, as mulheres presentes correram para o estrado onde, ilustrando certa cena, despetalara ele um gerânio, a fim de recolherem as pétalas como recordação. A cena da morte de Nancy, assassinada por Sikes, tirada do romance Oliver twist, cena que exigia dele um enorme esforço de ação e que sempre preparava como maior cuidado provocava cenas de terror e de histerismo nas platéias repletas”. (Oscar MENDES, Estética Literária Inglesa, p.52).
A literatura vitoriana exerceu um papel social muito importante, já que a leitura em família era algo da maior importância, numa sociedade que possuía na família seus alicerces.Neste período surgiu a Literatura Pedagógica, que tinha por finalidade treinar as pessoas quanto aos mais variados assuntos, desde o comportamento das senhoritas até a educação dos filhos.Desejou-se na época, um caráter formador, moralista para as Artes e estes textos primavam pela ingenuidade em acreditar que era suficiente seguir aqueles moldes. Era necessário mostrar para a sociedade que o que ela exigia estava sendo cumprido, pouco se longe dos “olhos” dela, a realidade fosse outra.
“... a Literatura, especialmente aquela denominada literatura pedagógica, com fins de aconselhamento, punha, por falta de senso crítico, as virtudes muito mais à mão das pessoas do que realmente estavam; tais textos ditavam normas e de comportamento como se fossem vestimentas fáceis de se adquirir e usar, para pessoas verdadeiramente sérias e honradas, para cidadãos de um império que estava acima dos demais. Aparentemente, a vida humana era conduzida apenas pela vontade consciente. Futuramente, estudos psicanalíticos e filosóficos, como os de Freud sobre o inconsciente e a sexualidade, negaram isto e obrigaram os seres humanos à humildade de suas almas (psiques) divididas e problemáticas.” ( Flávia D. C. MORAIS. “ A Evolução da Modernidade na Filosofia e na Literatura Vitoriana como tradução moralizante no ensino de uma época”, pp. 32-33).

Embora a leitura assumisse, em certa medida, uma função manipuladora, ela foi uma espécie de lenitivo para uma sociedade cercada por obrigações sobre humanas.Numa realidade que não conhecia o cinema, a televisão e outros meios de comunicação, a leitura foi uma forma de entretenimento, que gerou monumentos da literatura, como as Irmãs Brontë, por exemplo.Charlotte, Emily e Anne Brontë inventavam histórias para serem lidas á noite, povoando suas pacatas vidas.Os lares vitorianos, com seus serões de leitura, foram tecendo uma sociedade que apesar de todos os percalços, teve uma função sensibilizadora, numa época tomada pelo materialismo.

“ A Inglaterra detém a honra de haver inaugurado, e levado ao mais alto grau de perfeição, a forma de arte que corresponde ás necessidades novas do espírito em toda a Europa. O realismo, procedente de Richardson, ali marcou as mais gloriosas etapas com Dickens, Thackeray e George Eliot. Na hora em que Flaubert arrastava entre nós a doutrina à queda de sua inteligência, Eliot dava-lhe uma seriedade e uma grandeza jamais inigualadas”.(Melchior VOGUË. O romance russo, p. 36).


37 comentários:

  1. ótimo trabalho desenvolvido... Estão de Parabêns! Uma maneira de incentivar as pessoas a Leitura,mostrando a grande importãncia e fazendo-as penetrar no mundo maravilhoso da Literatura.

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  2. Parabéns pelo artigo. Uma obra que pode ser analisada como crítica feita a esse Período é "Alice no país das maravilhas", Lewis Carroll.

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  3. Texto muito bem desenvolvido, completamente apto para ampliar o conhecimento dos que precisam de informações sobre o período.
    Compartilhei o Blog com outras pessoas.
    Mais uma vez Parabéns.

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  4. olea ese sit ta di parabeins, joia, ajudou mt a moçada di minha sala di aula e nois tava locum procurando cum issu e olea resmo showwwww di bola,sempr leiu issu antes di durmi e di defeca

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  5. procurei dumrante um secro. desde 1865 promcurand responda. ta jóas o sit

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  6. PARABÉNS TEXTO JOIA

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  7. nossa, tao bom que defequei

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  8. ajudou meu intestino

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    1. que conhecidencia, o meu ficou jóia após a leitura

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  9. deveria adicionar essa foto ao final do texto, tem tudo relacionado com o assunto http://www.desentupidoradeesgoto.com/wp-content/uploads/2009/03/desentupir-privada-300x300.jpg

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  10. ameeeeeeeeeeeeeeeeeeei, ajudo pakkkkkas <33333333 dorei parabeeensss a kem escreveo

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  11. até meu coco explica melhor que voce

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  12. O Período histórico inglês (notadamente o governo da Rainha Vitória), denominado Período ou Época Vitoriana, foi de grande efervescência política e intelAnne Brönte.
    - Características sociais e culturais-
    O período vitoriano foi de grandes contrastes. Embora seu desenvolvimento político-econômico estivesse fraco, as colonizações expandiam-se e o país passava por uma euforia de novas tecnologias. Estudiosos da época revelam que a sociedade sofria o medo da modernização, da alta tecnologia e as mudanças radicais que ela acarretava. Foi, portanto, uma época de transição, do novo abrindo espaço e enfrentando a resistência de uma sociedade extremamente tradicional.Era o término de um período crítico – o século XVIII com suas revoluções – portanto, as portas estavam abertas para o novo. Mas o novo também amedrontava.O século XIX viu surgir formas de materialismo e na Inglaterra uma onda de puritanismo estava em vigor e este caráter religioso influenciou, por sua vez, as obras literárias da época ( tudo envolto em discussões religiosas e libido reprimida).As virtudes no século XIX na Inglaterra eram a disciplina, a retidão, a limpeza, o trabalho árduo, a autoconfiança, o patriotismo... além da preocupação com questões de conotação sexual de castidade e fidelidade conjugal. Estas características unidas trazem à época vitoriana um conceito obsessivamente puritano.Numa sociedade que se via com medo diante de novas tendências, os escritores eram vistos como profetas e guias desta sociedade.O estilo literário mais apreciado foi “novels” ( romance), publicada em fascículos. Estes textos em princípio, serviam de entretenimento nos serões de leitura das famílias e deviam prestar-se à valorização da moral.Os editores, embora envergonhados, cuidavam para que nada que ferisse os princípios moralistas e que não pudesse ser lido em voz alta em qualquer serão familiar, fosse publicado.O crítico francês Melchior Vogue argumenta que o realismo na França foi claramente materialista, enquanto o inglês e o russo não viraram as costas para a religião e a moralidade.Diante de um cenário extremamente puritano, a arte dramática do teatro foi praticamente colocada à margem, por se caracterizar como vinculadora das expressões corporais, repletas de sensualidade. A efusividade do comportamento humano era considerada contrária ao puritanismo.
    “ Em 1894, H.M. Alden, da Harper’s New Monthly Magazine, a respeito de assegurar a Thomas Hardy que ‘se sentia verdadeiramente envergonhado’ por intervir na publicação, julgou-se obrigado a lembrar a Hardy seu ‘compromisso’ de não publicar ‘nada que não pudesse ser lido em voz alta em qualquer círculo familiar". (Peter GAY. A educação dos sentidos – a experiência burguesa da rainha Vitória a Freud, p.297).
    No período vitoriano cultivou-se a dramatização mais atenuada dos textos literários. Esta dramatização foi cultivada com maestria por Charles Dickens. Este grande literato costumava ler seus próprios textos para um público pagante. Esta pratica, cultivada na Rússia por Dostoievski e Turgueniev, arrancava lágrimas e aplausos do público.Esta foi uma forma de domesticar a arte dramática, provocando catarse de sentimentos reprimidos além de disseminar os valores vitorianos.Outro autor que emocionou o público foi William Makepeace Thakeray ao ler romances como “A feira das vaidades”. Curiosamente ao atacar o lado caricaturável da aristocracia, William Makepeace Thakeray era muito apreciado por ela.
    “Uma noite, os soluços de um velho que perdera a filha, encheram o teatro onde Dickens lia justamente a descrição da morte da pequena Dorrit. Noutra, as mulheres presentes correram para o estrado onde, ilustrando certa cena, despetalara ele um gerânio, a fim de recolherem as pétalas como recordação. A cena da morte de Nancy, assassinada por Sikes, tirada do romance Oliver twist, cena que exigia dele um enorme esforço de ação e que sempre preparava como maior cuidado provocava

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    1. WTF????????????????

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    2. é o resumo resumido

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  13. pq o GAY ta em letra maiuscula ?

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  15. LEGAU MAS ACHO METALCORE MELHOR ><

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    1. é mesmo, ainda mais se for bmth

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    2. PODESCRE CARA, ELES MANJAM DOS SCREAMO, MAS AA É MELHOR QUE ELES SEM DUVIDAS

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    3. agora voce pegou pesado, bmth sempre foi melhor que AA, entendo que o oliver perdeu a voz mas temos que lembrar que a importancia musical deles nem se compara com esse askin alesandria, sem contar que eles fasem esse som a muito mais tempo. olver pode ter ferrado com a voz dele mas pelo menos nao escreve musica com letrinhas riducuala que nem esse dany, entao nao qero mais gastar palavras com vc pq bmth é melior sem duvidas de 100

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    4. VAI APRENDER PORTUGUÊS/INGLÊS E DEPOIS A GENTE FALA DE BANDAS. FLW

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    5. Que babaca esse homem/mulher, nem mesmo escrever sabe e quer comparar bandas inteiramente diferentes

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    6. se meter na onde nao é chamado é sua profissao ///\\\

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    7. pq eo teria de aprende ingles ? nem ser minha lingua nata

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    8. NÃO QUERENDO FALAR DE SEUS PAIS QUE NÃO SOUBERAM TE EDUCAR, MAS ACHO QUE NO MÍNIMO O SEU PORTUGUES VOCÊ DEVERIA APRENDER, VER A DIFERENÇA DE "C" E "S", OLHAR PARA O TECLADO QUANDO FOR DIGITAR POIS ALGUMAS LETRAS VOCÊ COMEU, VÁ SE INFORMAR POIS É ASKING ALEXANDRIA E NAO ASKIN ALESANDRIA, EMBORA ESSA SEJA A PRONUNCIA, GOSTO NAO SE DISCUTE, SE VOCE NAO GOSTA DE AA, PREFERE BMTH OU SEI LÁ OQUE GUARDE PARA VOCÊ, ÁS VEZES VOCE CURTE ALGO MAIS NO ESTILO DELES E EU MAIS DO ESTILO DO ASKING. DA PROXIMA VEZ (ESPERO QUE NÃO EXISTA PROXIMA VEZ), CONFIRA SEU PORTUGUÊS, SUA FORMA DE DIGITAR, SEU INGLÊS E PRINCIPALMENTE A FORMA DE LINGUAGEM QUE VOCE UTILIZOU NUM COMENTARIO QUE JÁ ERA BESTA E VOCE APARECE COM UMAS GÍRIAS NADA A VER, ISSO É PAPO LITERÁRIO ENTAO NAO VENHA USAR MANO, CARA, PQ, VC PROXIMO DE QUEM AQUI COMENTA

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    9. vlw por pegunta parcero, meus pai e minha mao me educarao perfeitamente bein, ñ presico aprender portuges, vfalr eu digo mbem ams ser na ora de digitsr que ocnfundo tudo a bagaça. deixa minhas Giria sozinhas pq eu esncrevo como eu bem entencder, se vs axa que e´lugar de litarario anttao vem akii na mina casa pq minha mao diz que u esrvcev0 bem d++, tirein 10 em redaçao na cuarta cerie, entao mem vein com reclaque pra sima de mim pq áeu sóu ser umano tambem, deuxa eu escrever do juiyo que eu quero, se eun nau quero oliar pr oteclado qujando eu digito o problema nao será sei se eu erra as opalabra pq vs nao sabe de nada e qeri ver voce manja nos paranaue kenem eue minha mao nao fala dela nem de meu pai plq elas sao trabalhadores daqi do morro e vivem pra nim susterntar e trBALhan duro tida terça fera pra traze as coisa pra mim de tarde brincar com migo e etcv... xau nao gasto palavra, nejm dinheiro nem educaçã e muit menos computador com vs, os estilo de musica que eu ouvo nao tein anada haver com minha eduçasao e muito menos com meu portunges, sai daque e vai ouvir essas musica que se axa metalcore vai, aprenda quye eles dao de nota ganhada 100000 neses drogado que ne,m musica sabem inscreve agora xau mesmo pq meu dedo vai começar a doe e pr causa sua eeu nao vou mais falar nada akie pode falar o ke quizer na vontade que eu nao entro mas mnem pra faze peskisa opro colengio

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    10. RSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSR SEU PORTUGUES ME FAZ RIR

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  16. mas o que isso tem a ver com A ÉPOCA VITORIANA ?

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    1. lá nao tinha metalcore

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    2. entendi, o brigada pela resposta

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  17. ESCAPE THE FATE >>>>>>>>>>>>>>> FALLING IN REVER

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    1. puta merda vai começa, feliz 2010 pu ceis, vai se fuder fir>>>>>>>>>>>>>etf . ronnie>>>>>>>>>>>>>>>>>>> craig

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    2. craig >>>>>>>>>>>>>> ronnie

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